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Olá pessoal, primeiro mês do ano, como estão com as metas? E com os desejos? 
Pois hoje vamos falar de desejos, quantos são desnecessários?

Aproveitem a música clicando no play no final do post (música que particularmente gosto muito) e ótima leitura.
Sugestões de temas (e também de músicas que vocês gostam, quem sabe uma delas não aparece como música tema de algum post... ) deixem nos comentários.
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Qual o tamanho do seu desejo?

Quando você ataca a geladeira ou o armário da cozinha está mesmo, DE VERDADE, com fome?

- Quando você sai comprando tudo o que vê e colocando no cartão de crédito você compra só o que precisa? E desses itens: gosta DE VERDADE de todos?

- Quando você compra algo para ter de estoque em casa (normalmente produto de beleza ou maquiagem) você precisa DE VERDADE ter em estoque? Ou pode esperar acabar ou esperar ver o produto que esta usando ficar bem no finalzinho para comprar? Esse produto é tão raro achar que você precisa ter em estoque em casa?

- Quando você compra um refrigerante você quer DE VERDADE tomar ou pede só por uma questão de mania mundial?

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- Quando você é estúpido com alguém, você DE VERDADE, queria ter essa reação ou poderia respirar, contar até 10, 20, 1000 e tratar a outra pessoa com mais educação?

-Quando você sai de casa dirigindo (e atrasado) precisa DE VERDADE costurar o trânsito (colocando sua vida e a dos outros em risco) ou pode chegar atrasado seja no quer for, pedir desculpas e na próxima vez sair mais cedo de casa? O compromisso é tão importante a ponto de, se chegar atrasado você perder sua vida?

- Quando você sai tagarelando sem parar tudo de sua vida, você DE VERDADE, tem que relatar sua vida para todo mundo ou pode contar apenas para quem confia?

São inúmeros exemplos que poderiam ser citados. Nessas perguntas procuro pensar no meu nível de desejo de todas as minhas atitudes.

Muitas vezes comemos o dia todo em casa só porque temos coisas gostosas no armário, mas na maioria das vezes estamos satisfeitos e nem precisamos comer nada, conhecem gula?
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E quantas vezes quando saímos de casa...indo de ônibus quase enfartamos na parada por cada minuto em que o ônibus não aparece vindo lá longe. Indo de carro dirigimos como doidos...indo de táxi colocamos uma pressão imensa no motorista...e isso por quê? Porque em grande parte das vezes nos enrolamos com coisas desnecessárias para o momento. Para costurar o trânsito ou para colocar pressão no motorista do táxi, vale quando nós estamos passando mal e precisamos de um hospital (mas ai gente, pelo amor de nossa senhora dos sem noção: não dirigem tá?), ouu vale para quando estamos com alguém passando mal precisando urgente de um médico (mas ai costure o trânsito de forma cuidadosa, buzinando e gritando "Pessoa passando mal!!!"). Em qualquer outro caso prefira chegar atrasado, tomar vergonha na cara e na próxima vez sair mais cedo de casa.

Gente perdida desse mundo (me incluo no grupo): vamos pensar melhor na real necessidade de TUDOOOO o que queremos e em TODASSS as nossas atitudes!!!
Grande parte de nossas ações e desejos são tão superficiais que só perdemos energia neles em vez de focar no que queremos de verdade. Analisando melhor nossos desejos e ações vamos diminuir:

- o consumo;
- gastos desnecessários;
- pessoas magoadas com patadas nossas;
- número de acidentes de trânsito;
- fluxo de energia negativa rondando os ares e por ai vai....

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Tem uma frase que adoro: "A sua urgência não é necessariamente minha prioridade", o que nesse caso atual do post eu mudaria para uma pergunta: "a MINHA urgência é de verdade uma necessidade?"

Vamos pensar e mais importante: mudar DE VERDADE!!




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Olá pessoal, não é sonho não ehheheeh, estou voltando com os vídeos no blog. Faz muito tempo que eu não faço esta coluna, Resenhando livros, espero que vocês gostem!!☺
Só peço desculpas pela qualidade do vídeo, ainda estou aprendendo a mexer na câmera e a editar vídeos. Faltou um pouco de foco também no que mostro no vídeo, mas aos poucos tudo vai se ajeitando. E bora assistir o vídeo!! E não se esqueçam de curtir e de se inscrever no canal  ❤



           
Se vocês quiserem resenha escrita, deixem nos comentários!!

Compre na Amazon: (clique na imagem abaixo)


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Olá pessoal, hoje a crônica é mais sentimental, é mais coração. Espero que gostem.
A música sugerida no final do post é uma que adoro do filme O último dos Moicanos. Cliquem no play e curtem o texto.

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 Homens: espada; mulheres: escudo

Homens: praticidade, ação, decisões, ataque, força física...
Mulheres: sentimento, pensamento, força espiritual, proteção...

Nós mulheres sabemos que nossos olhos enxergam bem, os olhos do corpo, eles conseguem olhar o que está na frente deles, eles conseguem ver o que está revestido de material palpável...
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Mas nós mulheres sabemos que existe muito mais do que isso, haaaaaa se existe e não é nenhum conto de fadas para crianças. Existem energias, boas e ruins; existe seres tão inferiores que não conhecem o poder do amor e portanto nos atacam ... e enxergamos, sentimos esses seres; existe um mundo além dos olhos físicos que só pode ser visto com os olhos da alma. Quantas de nós já rezou escondida dos maridos, noivos, namorados ou até mesmo dos irmãos? Porque eles simplesmente acham bobagem, porque não acreditam no que os olhos deles não conseguem enxergar...
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E por ver com os olhos da alma a gente se torna o escudo, para nós foi entregue a tarefa da proteção, do sentir as piores dores, do choro escondido, da pancada pesada que levamos na alma tantas vezes... Os olhos da alma nos deixam talvez mais vulneráveis ou pode nos deixar mais envolvidos na guerra do que os próprios homens (e eles nem percebem isso). Tantos seres e energias que existem que só nós vemos e portanto só nós conseguimos lutar com eles... e fora a luta com aqueles seres que enxergamos bem e que os homens também enxergam e acham que estes são o maior obstáculo para enfrentar...

Haaaa homens... se vocês soubessem o que vemos, o que sentimos, o que intuímos... se vocês soubessem o que precisamos enfrentar para proteger vocês, sim porque somos o escudo. Se vocês soubessem as guerras que enfrentamos mesmo nas épocas de paz aqui fora... estamos sempre no campo de batalha e quando essa dá uma folga, estamos todo o tempo observando o horizonte, estamos sempre alerta, sempre atentas porque não há período de guerra que dure para sempre mas também não há período de paz que dure eternamente. Estamos portanto, sempre alertas.
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Descanso? Não foi nos dado esse privilégio... descansem nossos amados homens, descansem enquanto cuidamos, enquanto vigiamos, enquanto somos escudos...


           

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Oi pessoal, hoje vim comentar com vocês sobre este lançamento mega especial da Editora Arqueiro. Para os fãs de Julia Quinn, já viram este box maravilhoso que a editora está publicando agora em janeiro?? Sim, genteee, não é sonho, a editora está publicando os 4 livros juntinhos da série QUARTETO SMYTHE-SMITH. (Neste box maravilhosoooo).

Honoria Smythe-Smith é parte do famoso quarteto musical Smythe-Smith, embora não se engane e saiba que o dito quarteto carece sequer do menor sentido musical e tem esperanças postas que esta seja a última vez que se submeta a semelhante humilhação. Esta será sua temporada e com um pouco de sorte conseguirá um marido.
Durante um jantar, põe seus olhos em Gregory Bridgerton, um dos mais jovens da família Bridgerton. Sabe que não está apaixonada, mas ele parece uma opção mais que válida.
Marcus Holroyd é o melhor amigo do irmão de Honoria, Daniel, que vive exilado na Italia. Ele prometeu olhar por ela e leva suas responsabilidades muito seriamente. Odeia Londres e durante toda a temporada, permaneceu vigilante e intermediou quando acreditava que o pretendente não era o adequado.
Honoria e Marcus compartilham uma amizade, pouco atípica, fruto dos anos que se conhecem e que o torna parte da família.
Entretanto, um desafortunado acidente faz que ambos repensem sua relação e encontrem a maneira de confrontar o que surge entre eles, se tiverem coragem suficiente


Daniel Smythe-Smith passou três anos exilado na Itália depois de um duelo com seu amigo, o gênio matemático Hugh Prentice, e quase o fez perder uma perna. Com isso o pai de Hugh, Lorde Ramsgate, o ameaçou dizendo que se ele não saísse do país seria morto, mas um dia ele recebe a visita de seu amigo, que o libera para voltar à Inglaterra...Ele volta justamente no dia da apresentação do Quarteto, mas encontra uma pessoa diferente ao piano (já que sua prima Sarah fingiu estar doente para não participar, Anne Wynter, a governanta das irmãs dela a substituiu), ao olhar para ela, ele fica encantado e, ao final da tortura apresentação ele corre para encontrá-la. Ao vê-la, não resiste e a beija, mesmo sem conhecê-la direito e ela, depois de um tempo escapa dele e se esconde.Por falar em se esconder, Anne Wynter (ou melhor, Annelise Shawcross) esconde seu passado de todos, pois ela teve que se afastar de sua família, após ser enganada e humilhada por seu amado, que prometeu se casar com ela, sendo que na verdade já estava comprometido com uma mulher mais rica. Além de ter perdido a virgindade, o que já era terrível, ainda leva toda a culpa pelo que aconteceu, e por isso, ela não pode mais ter contato com a família e ela é levada para viver como governanta numa residência na Ilha de Man. Depois de um tempo, Anne foi contratada para cuidar das meninas Pleinsworth, primas de Daniel. E apesar da tentativa de manter seu passado oculto, a Lady Pleinsworth desconfiava que ela era de origem nobre e tinha motivos para negar sua criação.Daniel, ao saber que Anne é a governanta de suas primas, resolve ir sempre à casa Pleinsworth sob o pretexto de vê-las, e sempre ia passear com elas, porque sabia que ela iria junto. E, com isso eles vão ficando cada vez mais apaixonados, mesmo que ela não adimita. Mas, o que ele não sabe, é que os segredos de Anne, vão além do tipo de criação que teve, e que agora, mais do que nunca, precisará conhecer o seu passado, pois ambos estão correndo perigo, e, desta vez, não tem nada a ver com o Lorde Ramsgate ou o duelo.
A Soma de Todos os Beijos
 Lorde Hugh Prentice é um gênio da matemática e teve sua perna (e sua vida) arruinada por causa de um duelo com seu amigo, Daniel Smythe-Smith.Nesse livro, conheceremos um pouco da história de Hugh, antes e depois do acontecido. Sua família, o desespero de seu pai para conseguir que um de seus filhos lhe desse um herdeiro, visto que um não é chegado à mulheres e o outro, provavelmente terá dificuldades em encontrar uma esposa, e principalmente em ter filhos.E, claro, sua relação de amor e ódio com Sarah Pleinsworth, prima mais velha de Daniel, que mesmo antes de conhecê-lo, já odiava Hugh por ter arruinado sua família através desse duelo.Mas, as coisas começam a mudar quando Honoria, sua prima, pede para Hugh substituir seu padrinho no casamento e para Sarah ser sua acompanhante durante sua estadia, para que ele ficasse mais confortável diante dos familiares de Daniel. E esse tempo se prolonga, já que Daniel se casará duas semanas depois da irmã e resolve torná-los uma única festa...É claro que eles não se dão no início, mas com o tempo, ainda mais depois do primeiro casamento, quando ela fica impossibilitada de andar, eles deixam as diferenças de lado e começam a se conhecer realmente, e, o que era ódio, acaba se tornando uma paixão avassaladora.Mas as limitações de Hugh vão ser apenas um dos problemas que o casal enfrentará pelo caminho...
Os Mistérios de Sir Richard
Sir Richard Kenworthy
Tem menos de um mês para encontrar uma esposa. Ele sabe que não pode ser muito exigente, mas quando vê Iris Smythe-Smith se escondendo atrás de seu violoncelo no musical anual das Smythe-Smith, Richard acha que conheceu alguém muito valiosa. Ela é o tipo de mulher que passa despercebida até a realização de um segundo ou terceiro olhar de outra forma. Mas há algo nela abaixo da superfície, algo quente e ele sabe que ela é única. Iris Smythe-Smith...Ela está acostumada a ser subestimada, com seu cabelo claro e tranquila, mas há uma personalidade astuta que ela tende a esconder, e ela gosta dessa forma. Então, quando Richard Kenworthy se aproxima com galanteios e flertes, parece suspeito. Dando a impressão de um homem que se rende ao amor, mas ela. não pode acreditar que tudo é verdade. Quando sua proposta de casamento se torna uma situação comprometedora obrigatória, você não pode deixar de pensar que há algo escondido por trás disso. . . mesmo que o seu coração diz sim.

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Este box já está em pré-venda na Amazon (e-books)Box Quarteto Smythe-Smith: Série completa com os 4 títulos - Simplesmente o paraíso, Uma noite como esta, A soma de todos os beijos e Os mistérios de sir Richard
                                                               
Genteee, este preço está só na pré-venda, corre lá. Já estou mega ansiosa para ter o meu box

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Olá pessoal, tudo bem com vocês? Hoje vamos conversar sobre o livro "O último adeus" da autora Cynthia Hand, publicado pela Editora Darkside 💀. Este livro faz parte do selo DarkLove. Preciso comentar que a diagramação do livro está linda, em capa dura e com marca páginas de fitas. Perfeito❤

Este livro tem um tema que eu evito ler "Suicídio" e "Perda". Evito este tipo de história, porque sei que de alguma forma vou acabar associado o livro com a minha vida, e sei que irei me emocionar com a história. Mas eu fiquei tão curiosa que resolvi me lançar nesta leitura sem medo.

A história é narrada em primeira pessoa pela protagonista Alexis, ela está passando por um momento difícil, já fazem dois meses que seu irmão mais novo Tyler suicidou-se deixando apenas um bilhete, e ela ainda não conseguiu superar. Por conta disso ela começa a fazer sessões de terapia, e seu terapeuta lhe dá a tarefa de escrever um diário contando sobre seu primeiro e último encontro com Tyler como forma de colocar para fora o que sente. O livro fica dividido entre os capítulos do diário e a vida de Alex.

Conforme vamos lendo vamos nos aprofundando na vida de Alex e entendendo algumas de suas atitudes. Ela é uma garota no ensino médio, considerada uma nerd por gostar de matemática, e está sonhando em entrar no MIT, uma faculdade de matemática.

Alex se culpa pela morte do irmão, por não ter notado que ele não estava bem, por não ter impedido o suicídio, e ela se questiona por que ele teria feito aquilo, o que o levou a suicidar-se. Alex quer descobrir porque o irmão teria feito aquilo, porque parece que foi tudo programado, e a situação piora quando sua mãe diz sentir o perfume de Tyler na casa, ela sente sua presença. E depois disso Alex começa a ter a mesma sensação de sentir o perfume do irmão e chega até a vê-lo algumas vezes. É uma mistura de sentimentos que ela já não sabe o que é real e o que é da sua cabeça, e tudo que ela quer é descobrir o que ele quer, ou se ele deixou algo mal resolvido que agora ela terá que concluir para ele.
Os sentimentos de Alex são palpáveis, a autora nos faz sentir a perda através dos pensamentos de Alex e foi isso que mais mexeu comigo, porque muito do que a protagonista pensa ao longo da história, eu também pensei quando perdi meu irmão. (Para quem não sabe perdi um irmão mais novo em um acidente de moto há 3 anos). Tem momentos que ela sorri por algo e se questiona, como posso sorrir se eu perdi meu irmão? E outra coisa que me tocou fundo que foi algo que também aconteceu comigo, foi a questão da último despedida, do último momento que você não sabe que é o último, de dar tchau para a pessoa e não imaginar que aquele é o último adeus

Não consegui conter as lágrimas, foi inevitável, meu coração não aguentou a dor de Alex, e quando eu percebi estava sofrendo pela perda do meu irmão. Só quem perde um irmão sabe o vazio que é, e é isso que Alex sente, um vazio sem fim. Fiquei muito emocionada, e mesmo agora escrevendo a resenha me vem todos sentimentos de novo, impossível eu não lembrar do meu irmão, e ao longo da leitura eu percebi que senti e pensei as mesmas coisas que a protagonista, a dor é forte, é latente, os anos passam, e fica a saudade, esse vazio.

Voltando a história, o que me chamou atenção foi que ao longo da história a autora vai nos mostrando a importância de seguir em frente, porque é preciso seguir. No início pensamos que nada mais vai ser como antes, mas com o tempo a dor ameniza, e aos poucos a vida vai voltando ao normal, e temos que seguir em frente, por mais difícil que seja.

Eu amei este livro, uma escrita envolvente e uma história emocionante, que nos toca fundo e faz pensar na vida, de como é importante aproveitar cada momento com as pessoas que amamos, pois não sabemos quando será o último adeus